A porta da Fonte foi reparada por Salum, filho de Col-Hozé, governador do distrito de Mispá. Ele a reconstruiu, cobriu-a e colocou as portas, os ferrolhos e as trancas no lugar. Também fez os reparos do muro do tanque de Siloé, junto ao jardim do Rei, até os degraus que descem da Cidade de Davi.
Ilustração da reconstrução das muralhas de Jerusalém, destacando a união e a determinação dos construtores.
Reconstrução das muralhas de Jerusalém: Um relato de união e determinação
O capítulo descreve em detalhes como diferentes grupos de pessoas, desde sacerdotes e governadores até ourives e perfumistas, uniram-se para reconstruir as muralhas de Jerusalém. Cada indivíduo desempenhou um papel crucial na restauração da cidade, superando desafios e oposições com determinação e cooperação. A narrativa destaca a importância do trabalho em equipe, da liderança e da perseverança em face das adversidades. A reconstrução das muralhas não foi apenas uma tarefa física, mas também simbólica, representando a restauração da segurança e da identidade da comunidade.
- Os construtores, desde os sacerdotes até os governadores, demonstraram comprometimento e habilidade em suas respectivas funções.
- A recusa dos nobres de Tecoa em participar do trabalho destaca a oposição enfrentada e a importância da solidariedade entre os envolvidos.
- Cada trecho das muralhas foi reconstruído com cuidado e dedicação, refletindo o empenho de cada indivíduo na restauração da cidade.