Meu povo, lembre-se do que Balaque, rei de Moabe, pediu e do que Balaão, filho de Beor, respondeu. Recorde a viagem que você fez desde Sitim até Gilgal, e reconheça que os atos do Senhor são justos.” Com que eu poderia comparecer diante do Senhor e curvar-me perante o Deus exaltado? Deveria oferecer holocaustos de bezerros de um ano? Ficaria o Senhor satisfeito com milhares de carneiros, com dez mil ribeiros de azeite? Devo oferecer o meu filho mais velho por causa da minha transgressão, o fruto do meu corpo por causa do pecado que eu cometi? Ele mostrou a você, ó homem, o que é bom e o que o Senhor exige: pratique a justiça, ame a fidelidade e ande humildemente com o seu Deus.
Cena dramática de confronto e advertência divina em meio à corrupção
A Causa do Senhor contra Israel – Julgamento Divino e Chamado ao Arrependimento
Neste capítulo, o Senhor apresenta sua acusação contra Israel, questionando o povo sobre suas ações e lembrando de sua fidelidade ao tê-los libertado do Egito. Ele exige justiça, fidelidade e humildade, rejeitando práticas religiosas vazias em troca de um coração sincero. A voz do Senhor clama à cidade, advertindo sobre a corrupção, a desonestidade e a violência presentes na sociedade. O castigo divino se aproxima, trazendo fome, escassez e ruína para os que se desviaram do caminho da retidão. O Senhor aponta a idolatria e a desobediência do povo, que seguiram os maus exemplos de líderes corruptos. O capítulo encerra com a promessa de destruição e humilhação para aqueles que persistem em seus pecados, suportando a zombaria das nações.
- O Senhor exige justiça, fidelidade e humildade.
- A cidade é advertida sobre a corrupção e a violência.
- O castigo divino trará fome, escassez e ruína.
- A idolatria e a desobediência levam à destruição e humilhação.