Visão de um vulto misterioso que representa a presença de Deus, com uma voz suave questionando a justiça humana em relação à divina, conforme Jó 4:16-20.

Passagem Jó 4:16-20

Ele parou, mas não pude identificá-lo. Um vulto se pôs diante dos meus olhos, e ouvi uma voz suave, que dizia: ‘Poderá algum mortal ser mais justo que Deus? Poderá algum homem ser mais puro que o seu Criador? Se Deus não confia em seus servos, se vê erro em seus anjos e os acusa, quanto mais nos que moram em casas de barro, cujos alicerces estão no pó! São mais facilmente esmagados que uma traça! Entre o alvorecer e o crepúsculo são despedaçados; perecem para sempre, sem ao menos serem notados.

Elifaz - Reflexões sobre a justiça divina

Ilustração de Elifaz em diálogo sobre a justiça de Deus

O discurso de Elifaz: Reflexões sobre a justiça divina

O capítulo traz o diálogo de Elifaz, que questiona a postura de alguém que antes ensinava e fortalecia outros, mas agora desanima diante da adversidade. Ele reflete sobre a justiça de Deus, argumentando que a destruição dos ímpios e a proteção dos justos são evidências do cuidado divino. Elifaz descreve um sonho perturbador e uma voz celestial que o confronta com a superioridade de Deus sobre a humanidade, ressaltando a fragilidade e limitações dos seres humanos. Por fim, ele enfatiza a transitoriedade da vida terrena e a soberania de Deus sobre todas as coisas.

  • Elifaz questiona a reação diante da adversidade
  • Reflexões sobre a justiça divina e a proteção dos justos
  • O confronto com a superioridade de Deus e a fragilidade humana
  • A transitoriedade da vida e a soberania divina

LEIA O capítulo 4 do livro Jó

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