Ele parou, mas não pude identificá-lo. Um vulto se pôs diante dos meus olhos, e ouvi uma voz suave, que dizia: ‘Poderá algum mortal ser mais justo que Deus? Poderá algum homem ser mais puro que o seu Criador? Se Deus não confia em seus servos, se vê erro em seus anjos e os acusa, quanto mais nos que moram em casas de barro, cujos alicerces estão no pó! São mais facilmente esmagados que uma traça! Entre o alvorecer e o crepúsculo são despedaçados; perecem para sempre, sem ao menos serem notados.
Ilustração de Elifaz em diálogo sobre a justiça de Deus
O discurso de Elifaz: Reflexões sobre a justiça divina
O capítulo traz o diálogo de Elifaz, que questiona a postura de alguém que antes ensinava e fortalecia outros, mas agora desanima diante da adversidade. Ele reflete sobre a justiça de Deus, argumentando que a destruição dos ímpios e a proteção dos justos são evidências do cuidado divino. Elifaz descreve um sonho perturbador e uma voz celestial que o confronta com a superioridade de Deus sobre a humanidade, ressaltando a fragilidade e limitações dos seres humanos. Por fim, ele enfatiza a transitoriedade da vida terrena e a soberania de Deus sobre todas as coisas.
- Elifaz questiona a reação diante da adversidade
- Reflexões sobre a justiça divina e a proteção dos justos
- O confronto com a superioridade de Deus e a fragilidade humana
- A transitoriedade da vida e a soberania divina