Repreensão do emissário assírio com Jerusalém ao fundo, ilustrando a dúvida sobre a proteção divina.

Passagem Isaías 36:18-21

” ‘Não deixem que Ezequias os engane quando diz que o Senhor os livrará. Alguma vez o deus de qualquer nação livrou sua terra das mãos do rei da Assíria? Onde estão os deuses de Hamate e de Arpade? Onde estão os deuses de Sefarvaim? Eles livraram Samaria das minhas mãos? Quem entre todos os deuses dessas nações conseguiu livrar a sua terra? Como então o Senhor poderá livrar Jerusalém das minhas mãos?’ ” Mas o povo ficou em silêncio e nada respondeu, porque o rei dera esta ordem: “Não lhe respondam”.

Senaqueribe Ameaça Jerusalém - Confronto Antigo

Desafio entre Ezequias e o Comandante Assírio

Senaqueribe Ameaça Jerusalém: Um Relato de Conflito e Confronto

No décimo quarto ano do reinado de Ezequias, rei da Assíria, Senaqueribe lança um ataque feroz contra Judá, conquistando suas cidades fortificadas. O comandante assírio, enviado a Jerusalém, desafia a confiança de Ezequias, questionando suas alianças e estratégias. A tensão se intensifica com ameaças e provocações, enquanto a população observa em silêncio, temendo as consequências. Ezequias e seus conselheiros enfrentam o desafio com coragem, buscando entender as intenções do invasor e proteger seu povo da iminente invasão. A narrativa revela a complexidade das relações políticas e religiosas da época, destacando a importância da diplomacia e da confiança em tempos de crise.

  • Senaqueribe ataca Judá e Jerusalém, desafiando Ezequias
  • Diálogo entre o comandante assírio e os líderes de Jerusalém
  • Tensão e confronto diante das ameaças do invasor
  • Ezequias e seus conselheiros buscam proteger o povo e a cidade
  • Desfecho incerto diante da pressão assíria e da resistência judaica

LEIA O capítulo 36 do livro Isaías

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