Lembre-se do seu Criador nos dias da sua juventude, antes que venham os dias difíceis e se aproximem os anos em que você dirá: “Não tenho satisfação neles”; antes que se escureçam o sol e a luz, a lua e as estrelas, e as nuvens voltem depois da chuva; quando os guardas da casa tremerem e os homens fortes caminharem encurvados; quando pararem os moedores por serem poucos, e aqueles que olham pelas janelas enxergarem embaçado; quando as portas da rua forem fechadas e diminuir o som da moagem; quando o barulho das aves o fizer despertar, mas o som de todas as canções parecer fraco para você; quando você tiver medo de altura, e dos perigos das ruas; quando florir a amendoeira, o gafanhoto for um peso e o desejo já não se despertar. Então o homem se vai para o seu lar eterno, e os pranteadores já vagueiam pelas ruas.
Reflexões sobre a passagem do tempo e a sabedoria da vida
Reflexões sobre a passagem do tempo e a sabedoria da vida
O capítulo apresenta um profundo questionamento sobre a efemeridade da vida e a importância de valorizar cada momento, antes que a velhice e a morte cheguem. O autor destaca a transitoriedade da juventude, a fragilidade do corpo e a inevitabilidade do envelhecimento. Ao mesmo tempo, ressalta a importância de temer a Deus e obedecer aos seus mandamentos, pois a vida terrena é passageira e tudo será julgado no final. As palavras do mestre são como guias para viver com sabedoria e retidão, evitando a futilidade e buscando o essencial para a existência humana.
- Destaque para a reflexão sobre a finitude da vida e a importância de viver com propósito;
- Ênfase na sabedoria transmitida pelo mestre e na necessidade de temer a Deus;
- Alerta sobre a vaidade e a futilidade das buscas excessivas, indicando que o essencial é obedecer aos mandamentos divinos;