Dediquei-me a investigar e a usar a sabedoria para explorar tudo o que é feito debaixo do céu. Que fardo pesado Deus pôs sobre os homens! Tenho visto tudo o que é feito debaixo do sol; tudo é inútil, é correr atrás do vento! O que é torto não pode ser endireitado; o que está faltando não pode ser contado.
Reflexão sobre a efemeridade e a busca por significado
Reflexões sobre a Ilusão da Vida
O capítulo apresenta um profundo questionamento sobre a futilidade e a transitoriedade da vida humana. O autor, identificado como mestre e rei em Jerusalém, pondera sobre a incessante busca do homem por significado e a inevitabilidade do ciclo da existência. Ele observa a constante repetição de eventos e a sensação de vazio que permeia todas as realizações terrenas. A sabedoria adquirida revela que, no final, tudo é efêmero e ilusório, assemelhando-se a perseguir o vento.
- Destaca-se a reflexão sobre a inutilidade do trabalho humano diante da permanência da terra.
- É ressaltada a natureza cíclica e repetitiva da vida, representada pelo movimento do sol, do vento e dos rios.
- O autor enfatiza a falta de novidade e a inevitabilidade da repetição dos acontecimentos.