(Os saduceus dizem que não há ressurreição nem anjos nem espíritos, mas os fariseus admitem todas essas coisas.) Houve um grande alvoroço, e alguns dos mestres da lei que eram fariseus se levantaram e começaram a discutir intensamente, dizendo: “Não encontramos nada de errado neste homem. Quem sabe se algum espírito ou anjo falou com ele?” A discussão tornou-se tão violenta que o comandante teve medo que Paulo fosse despedaçado por eles. Então ordenou que as tropas descessem e o retirassem à força do meio deles, levando-o para a fortaleza.
Paulo enfrentando a conspiração com coragem e proteção divina.
Conspiração contra Paulo: Coragem e Proteção Divina
Neste capítulo do livro de Atos dos Apóstolos, Paulo enfrenta uma conspiração tramada por mais de quarenta homens que juraram matá-lo. Mesmo diante do perigo iminente, Paulo recebe uma mensagem encorajadora do Senhor, que promete protegê-lo e guiá-lo até Roma para testemunhar. A trama para assassinar Paulo é revelada por seu sobrinho, que alerta as autoridades, resultando em medidas para garantir a segurança do apóstolo. O comandante Cláudio Lísias organiza uma escolta de duzentos soldados, setenta cavaleiros e duzentos lanceiros para escoltar Paulo até o governador Félix em Cesareia, evitando assim a emboscada planejada. A lealdade de Paulo a sua missão e a intervenção divina demonstram a proteção e o propósito divino em meio às adversidades enfrentadas pelos seguidores de Cristo.
- Paulo é alvo de uma conspiração mortal tramada por mais de quarenta homens.
- O sobrinho de Paulo descobre a conspiração e alerta as autoridades, evitando o atentado contra o apóstolo.
- O comandante Cláudio Lísias organiza uma escolta para levar Paulo em segurança até o governador Félix em Cesareia.