Duas pessoas andarão juntas se não estiverem de acordo? O leão ruge na floresta se não apanhou presa alguma? O leão novo ruge em sua toca se nada caçou? Cai o pássaro numa armadilha que não foi armada? Será que a armadilha se desarma se nada foi apanhado? Quando a trombeta toca na cidade, o povo não treme? Ocorre alguma desgraça na cidade sem que o Senhor a tenha mandado? Certamente o Senhor, o Soberano, não faz coisa alguma sem revelar o seu plano aos seus servos, os profetas.
Ilustração representativa das profecias de Amós contra Israel
Julgamento contra Israel: Profecias de Amós
O capítulo selecionado do livro de Amós apresenta uma série de advertências e profecias contra Israel, destacando a injustiça, a corrupção e a idolatria do povo escolhido por Deus. Amós, o profeta, usa metáforas poderosas para ilustrar a gravidade dos pecados cometidos e alertar sobre o iminente castigo divino. As palavras do Senhor ecoam como um chamado à reflexão e à mudança de comportamento, mostrando a importância da retidão e da obediência aos mandamentos divinos. É um capítulo que nos faz refletir sobre a responsabilidade do ser humano diante de Deus e as consequências de desviar-se do caminho da verdade e da justiça.
- Amós profetiza o juízo divino contra Israel pela sua maldade e idolatria.
- As metáforas utilizadas, como a do leão rugindo e da armadilha, ilustram a inevitabilidade do castigo.
- O Senhor revela aos profetas os seus planos, mostrando a importância da comunicação divina.
- O capítulo encerra com a promessa de destruição dos altares e das habitações luxuosas, simbolizando a queda de Israel.