“Quando houver fome ou praga no país, ferrugem e mofo, gafanhotos peregrinos e gafanhotos devastadores, ou quando inimigos sitiarem suas cidades, quando, em meio a qualquer praga ou epidemia, uma oração ou uma súplica por misericórdia for feita por um israelita ou por todo o Israel, teu povo, cada um sentindo as suas próprias aflições e dores, estendendo as mãos na direção deste templo, ouve dos céus, o lugar da tua habitação. Perdoa e trata cada um de acordo com o que merece, visto que conheces o seu coração. Sim, só tu conheces o coração do homem.
O rei Salomão realiza a dedicação do templo em Jerusalém, orando pela bênção e proteção divinas sobre Israel.
A Dedicatória do Templo de Salomão em Jerusalém
Este capítulo narra o momento em que o rei Salomão realiza a dedicação do magnífico templo construído em Jerusalém, seguindo as promessas feitas por Deus a seu pai, Davi. Salomão abençoa a assembleia de Israel, lembrando a escolha divina de Jerusalém como local para habitar e seu pai como governante. Em sua oração, Salomão reconhece a grandiosidade de Deus e suplica por perdão, orientação e proteção para o povo de Israel. Ele ressalta a importância da obediência à lei divina e clama por misericórdia em diversas situações, incluindo tempos de guerra, adversidades e arrependimento. O capítulo culmina com a invocação divina para que os olhos do Senhor estejam sempre sobre o templo e seu povo, garantindo perdão e bênçãos conforme a fidelidade do coração humano.