- 1 Tu nos rejeitaste e dispersaste, ó Deus; tu derramaste a tua ira; restaura-nos agora!
- 2 Sacudiste a terra e abriste-lhe fendas;repara suas brechas,pois ameaça desmoronar-se.
- 3 Fizeste passar o teu povo por tempos difíceis;deste-nos um vinho estonteante.
- 4 Mas aos que te temem deste um sinalpara que fugissem das flechas.
- 5 Salva-nos com a tua mão direitae responde-nos,para que sejam libertos aqueles a quem amas.
- 6 Do seu santuário Deus falou:“No meu triunfo dividirei Siquéme repartirei o vale de Sucote.
- 7 Gileade é minha, Manassés também;Efraim é o meu capacete,Judá é o meu cetro.
- 8 Moabe é a pia em que me lavo,em Edom atiro a minha sandália;sobre a Filístia dou meu brado de vitória!”
- 9 Quem me levará à cidade fortificada?Quem me guiará a Edom?
- 10 Não foste tu, ó Deus, que nos rejeitastee deixaste de sair com os nossos exércitos?
- 11 Dá-nos ajuda contra os adversários,pois inútil é o socorro do homem.
- 12 Com Deus conquistaremos a vitória,e ele pisoteará os nossos adversários.
Restauração e vitória: um clamor ao Senhor
Neste capítulo, o salmista expressa um profundo lamento e um pedido de restauração a Deus. Ele reconhece a ira divina e clama pela intervenção do Senhor para reverter a situação de desolação e desmoronamento. Mesmo diante das dificuldades e do sofrimento, o salmista confia na proteção e na vitória que Deus pode proporcionar aos que O temem. O texto ressalta a importância de buscar auxílio divino em meio às adversidades e proclama a confiança na vitória que virá através do Senhor.
- O salmista clama pela restauração divina em meio à dispersão e ira de Deus.
- Expressa confiança na proteção divina contra as adversidades e flechas do inimigo.
- Reconhece a soberania de Deus sobre as terras e povos mencionados.
- Pede ajuda contra os adversários, reconhecendo a inutilidade do socorro humano.
- Afirma a convicção de que a vitória virá por meio de Deus, que subjugará os inimigos.